Metallica e seu Futuro


James Hetfield e Lars Ulrich bateram um papo com a Metal Hammer para a edição deste mês. Confira alguns trechos.
A composição do novo álbum.
Lars: Começamos a compor um pouco mais. Fazemos várias coisas ao mesmo tempo. Na época do Black Album paramos todo o resto, ficamos três meses concentrados nisso. Não gostamos mais de fazer assim. Por isso é difícil dar uma ideia exata de como as coisas vão acontecer. Mas as músicas, até aqui, soa como Metallica. Apenas não sei se estão mais próximas do Death Magnetic ou seja lá o que for.
Sobre a presença de Rick Rubin como produtor novamente.
Lars: Rick é um cara criativo que traz conforto e vibração à atmosfera. Por enquanto, parece que será ele mesmo. Mas não sentamos e discutimos o assunto ainda. Vi ele em Los Angeles há duas semanas e o convidei para ir a San Francisco entre março e abril para conversar.
James: Ele é um tipo diferente de produtor. É desafiador, aberto, cheio de ideias, gosta de fazer algumas coisas sozinho. O principal foi que ele conseguiu captar a essência do Metallica. Ele tira o melhor do artista. Era o que procurávamos.
Se Death Magnetic captou a essência do Metallica.
James: Acredito que sim. Era parte do nosso objetivo. Não lpanejamos, apenas acontece. Assim deve ser a arte. Não tentamos modelar demais o processo, pois quanto mais isso acontece, mais você se compromete. Por isso que nossa base de fãs muda bastante, acredito (risos). Fazemos o que sentimos, simples assim.

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